15 coisas da novelização de Rogue One que não estão no filme e você não pode perder!

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Em paralelo ao lançamento de Rogue One: Uma História Star Wars nos cinemas, foi publicada novelização do filme. Escrito por Alexander Freed, o livro traz detalhes e passagens da história que não estavam na versão cinematográfica.

Antes de você ler uma lista de 15 coisas que ficaram de fora do filme, veja a capa do livro:

Estava no livro, mas não estava no filme:

1 – Na cena inicial do filme, em que Krennic busca a família Erso, há uma continuidade que não apareceu no cinema. Após a morte de Lyra, Krennic e Galen entram na nave do diretor. Krennic diz a Galen que lamentar por Lyra e que dará todas as honras fúnebres a ela, apesar de sua traição. Além disso, o imperial garante a Galen que eles irão encontrar Jyn e mantê-la em segurança. Em troca, Galen deve voltar ao trabalho na Estrela da Morte. Relutante e chorando sobre o corpo de Lyra, Galen aceita as condições e obedece aos comandos de Krennic.

2 – Na novelização, Jyn tem uma conversa com a criatura que dorme ao seu lado na cela do campo de trabalho em Wobani. A alienígena chama a si mesmo de Nail, mas tem o apelido de Kennel, devido aos seus tentáculos. Ela não é amistosa com Jyn e, durante o papo, diz “O próximo trabalho de campo, nós estaremos juntas. E eu vou te matar”.

3 – O livro revela que Jyn estava cumprindo uma sentença de 20 anos no campo de trabalho em Wobani. Com 5 anos a mais, a sentença poderia ser considerada mortífera, dadas as péssimas condições do campo de trabalho. Considerando isso e o comportamento de sua colega de cela, Jyn poderia ter morrido se os rebeldes não a capturassem.

4 – Além de “Liana Hallik”, Jyn usa outros dois codinomes: “Tanith Ponta & Kestrel Dawn”.

5 – O boneco Stormtrooper que os Deathtroopers recuperam no planeta Lah’Mu, no início do filme, pertence mesmo a Jyn. Ela o chama de “Stormy”. Além desse, ela tem outros dois brinquedos: “Benny”, que é a sua companhia na hora de dormir, e “Hazz Obluebitt”.

6 – A idade de Jyn também foi revelada. Quando Lyra é mora em Lah’Mu, ela tinha 8 anos. 13 anos depois, ocorrem os eventos do filme. Assim, ela tem 21 anos em Rogue One. Jyn nasceu durante as Guerras Clônicas. Durante o purgo Jedi e a ascensão do Império, ela ainda era uma criança.

7 – Há um flashback extra na novelização, que aparece a Jyn em sonho. No trecho, que se passa em Coruscant, ela tem 5 anos e está deitada em sua cama com seu brinquedo Benny, enquanto seu pai, sua mãe e Krennic falam sobre o combate da República contra os Separatistas.

8 – No livro, é explicado que Cassian Andor vem de um planeta Separatista. No filme, ele diz que está na luta desde os seis anos. Assim, ele se refere a lutar contra a República primeiro e, depois, se unir a Aliança Rebelde contra o Império. Devido ao seu passado, Cassian possui uma visão negativa dos Jedi, vendo-os como inimigos.

9 – Há um segmento no livro que mostra a destruição da Cidade Sagrada de Jedha a partir do ponto de vista de 3 personagens paralelos: uma mulher religiosa chamada Meggone, a menina Pendra (que Jyn resgatou no filme) e um Stormtrooper.

10 – A referência a Chopper é mais elaborada no livro. “Merrick começou a falar, mas foi interrompido por um grito vindo do hangar. ‘Senadora! Senadora Mothma!’ Um dos soldados da base estava correndo em sua direção, passando por técnicos e por um androide da classe C1…”

11 – O autor Alexander Freed inclui referências a outras obras literárias na novelização.

12 – Há um diálogo entre Galen Erso e o Gerente de Operações da Estrela da Morte, Shaith Vodran. Galen tenta convencê-lo a modificar a estação, colocando um exaustor termal para resolver um problema de radiação. Como a construção da Estrela da Morte está com semanas de atraso, o Gerente concorda com as exigências.

13 – Os misteriosos Guardiões de Whills continuam no mistério, mas a novelização joga um pouco mais de luz. No livro, entende-se que os guardiões não possuem a visão dogmática sobre a Força que os Jedi possuem. “Baze uma vez ouviu – e ele não se lembra de quem ouviu – que os Jedi consideravam a raiva uma abominação, um caminho para o que eles chamavam de o lado negro da Força. Mas os Guardiões não eram Jedi e a raiva de Baze era justa, ajudando-o a guiar os seus tiros onde a Força não ajudaria”.

14 – A novelização atribui a habilidade de Chirrut de sentir o mundo ao seu redor à arte de zama-shiwo. Sua habilidade consiste na evolução dos seus sentidos restantes, alcançando um nível quase sobrenatural.

15 – O livro traz um pouco mais de detalhes sobre o encontro de Krennic e Vader em Mustafar (a novelização nomeia o planeta, enquanto o filme não o faz). Ao que tudo indica, Krennic não faz ideia de onde está se metendo. O seu pensamento sobre Vader chega a ser inocente: “Se um Senador de Naboo conseguia levar Vader na coleira, então Krennic também poderia fazê-lo. Ele poderia quebrar a aliança entre Vader e Tarkin”.

Matéria produzida com apoio do site Star Wars News Net.

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